terça-feira, 15 de janeiro de 2019

O Conde de Monte Cristo - II

«Para fazer justiça à minha fama de excêntrico, deixo-lhe a escolha das armas e aceitarei, sem discussão, qualquer uma, porque tenho a certeza de ganhar.»
Alexandre Dumas

Diz-se que a vingança é um prato que se serve frio. Ou mesmo gelado, como no caso de Edmond Dantès. Após cerca de quinze anos de cárcere injusto, o marinheiro Dantès consegue fugir do quase intransponível Castelo de If, uma prisão edificada num rochedo a dois quilómetros da costa de Marselha. Uma vez livre, o jovem parte em busca de um magnífico tesouro - cuja localização lhe foi adiantada pelo abade Faria, seu companheiro de masmorra - e, depois, de uma terrível e calculada vingança contra os seus inimigos.

Excerto
Alguns dias após este encontro, Albert de Morcef visitou o Conde de Monte Cristo na sua casa dos Campos Elísios, que já tinha assumido aquela aparência de palácio que a fortuna principesca do Conde lhe permitia, mesmo até nas suas residências temporárias. Ele veio renovar os cumprimentos da Madame Danglars, que já tinha prestado ao Conde por carta assinada...

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