quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

A Túlipa Negra

A narrativa decorre sem omitir o lado brutal dos acontecimentos históricos da época. O protagonista, Cornélio van Baerle, vê-se imerso numa complexa trama política que torna manifesta a violência e os crimes que turvam a história de qualquer Estado. O jovem Cornélio será vítima de uma obscura conspiração urdida pelo seu pior inimigo. Apesar de inocente, será acusado de alta traição e condenado a prisão perpétua. Na prisão conhece Rosa, a bela filha do carcereiro, e entre eles floresce o amor. Amante do cultivo de tulipas, moda que na altura assolava o país, empreende o projecto de fazer germinar, em segredo, uma túlipa negra, a mais esquiva e preciosa do seu género. Esse objectivo será alcançado com a ajuda da sua amada, e será graças a ele que conseguirá provar a sua inocência e assim recuperar a liberdade, bem como ser recompensado pelas autoridades com cem mil florins.

Excerto
Coisa estranha! Tanto interesse e o amor-próprio da arte não tinham extinto em Isaac a feroz inveja, a sede da vingança. Algumas vezes, vendo van Baerle no telescópio, tinha a ilusão de que apontava um mosquete infalível, e procurava com o dedo o gatilho para disparar o tiro que devia matá-lo.

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