quinta-feira, 25 de outubro de 2018

A Escola do Paraíso

A cidade do princípio do século, os primeiros automóveis, a cidade iluminada a gás, dos teatros do Príncipe Real, do animatógrafo, a cidade que acabava na Rotunda, para lá os campos de corridas ao Campo Grande...

Excerto
O vento mia e rabeia no telhado, abala a casa, parece que leva tudo pelos ares, engolfa-se a espaços pela chaminé abaixo, espevita o lume onde a chaleira canta, vai fazer oscilar a chama do candeeiro de petróleo e arranca-lhe  um veuzinho de fumo negro. Algures, uma porta mal engonçada bate no trinco, enfurecida com o vento à grande aventura.

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