sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Histórias e Lendas da Europa

SIBELIUS
Compositor Finlandês

Sibelius nasceu em Hameenlinna, em 1865.Aos catorze anos era um rapaz sossegado, inteligente, bem-sucedido nos estudos. Só dava alegria aos pais e aos professores mas nenhuma lição o entusiasmava tanto como as lições de violino.
Não se limitava a tocar apaixonadamente, tinha a cabeça cheia de música!
Os anos foram passando, Sibelius entrou na Universidade de Helsínquia para estudar Direito e, se quisesse, tinha tirado o curso. As matérias porém não lhe interessavam muito. Quando se debruçava sobre os calhamaços recheados de leis, o espírito voava para longe e as letras transformavam-se em pautas, onde saltitavam notas de música.

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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Os Fidalgos da Casa Mourisca

«Em todas as histórias há uma história de amor. E em todas elas há heróis. 
Esta história aconteceu há mais de cem anos, quase há duzentos, com uma família que outrora foi rica e que, com o tempo, foi empobrecendo até se encontrar perto da ruína. Essa antiga família de fidalgos vivia numa velha casa que, por ser construída como os velhos castelos mouros, inspirada nos antigos palácios encantados que existiam mesmo antes de Portugal ter nascido, era conhecida por Casa Mourisca.»

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

101 Poetas

Qualquer leitor poderá por si só encontrar aqui os poetas que se tornarão seus companheiros para o resto da vida.

Amizade

De mais ninguém, senão de ti, preciso:
Do teu sereno olhar, do teu sorriso,
Da tua mão pousada no meu ombro.
Ouvir-te murmurar:-“Espera confia!”
E sentir converter-se em harmonia,
O que era, dantes, confusão e assombro.


Poema de José Carlos Queirós Nunes Ribeiro (1907-1949).
O poeta nasceu em Lisboa e faleceu em Paris,
tendo frequentado a Faculdade de Direito de Coimbra.

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

O Sétimo Herói

Jorge tem 18 anos, óculos, um estranho gosto pela leitura e uma grande timidez natural que se manifesta, sobretudo, perante as raparigas. Ele e dois amigos formam o Clube dos Poetas Semi-Vivos, cuja bebida sagrada é o ginger ale, Sem limão.
Nada fazia prever que Jorge fosse empurrado para um mundo fantástico, onde ninguém usava óculos. E que nesse mundo tivesse que enfrentar enormes riscos, lutar com espada, com adaga, com lança, com o cérebro.
Nada fazia prever que se transformasse num herói, coisa que jamais lhe passara pela cabeça.
No entanto, isso aconteceu - e aconteceu porque o espreitavam três pares de olhinhos verdes.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

A Malta do 2.º C

A escola não é só testes, horários, professores, delegados de turma. A escola é também um esqueleto chamado Magalhães, uma antepassada fugida aos franceses, um extraterrestre abandonado no pátio, a Dó-do-Senhor espreitando pelas grades, a Filipa, o Birinhas, a Mão-do-Diabo.
A escola é também o fantasma do reitor Simões, aparecido para assombrar as couves do quintal. A escola é o que a malta do 2.º C foi descobrindo ao longo do ano. À mistura com o sintagma nominal, a Batalha de São Mamede e a regra de três. 

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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A Maldição dos 30 Dinheiros

Que mistério encerra o pequeno livro aparecido na Feira da Ladra? Que significam aqueles enigmáticos desenhos? Por que correm perigo os que têm o livro em suas mãos? Que segredo é esse que percorreu dois milénios envolto no maior secretismo? Que cerimonial reúne numa gruta desconhecida na serra d'Aire uma seita de encapuzados?

Excerto
"É terça-feira
e a Feira da Ladra
abre hoje às cinco
da madrugada."

Lembrei-me da canção quando naquela manhã bem cedo, podres de sono, fomos literalmente despejados da 4L do Zé Cateto em plena Feira da Ladra. Passava pouco das cinco, uma hora mais do que indigna para quem se deitou tarde, como fora o nosso caso.

Este é o 10.º volume da coleção Os Super4.

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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

O Estranho Caso do Túnel

Não é preciso sair de Lisboa para descobrir um mundo inteiramente diferente daquele com que estamos familiarizados no dia-a-dia e para correr perigosas e emocionantes aventuras.
Foi o que aconteceu naquele verão à Mariana, ao Pedro, à Márcia e ao Jorge, para não falar do Meia-Leca, o cão.
E tudo começou porque no prédio onde vivia a Mariana existia um subterrâneo que datava do tempo das lutas entre Liberais e Miguelistas ...

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Bichos, Bichinhos e Bicharocos

A obra é composta por nove poemas repletos de jogos de palavras e sentidos, ritmo e humor.
As figuras centrais dos poemas são oito animais e uma estrelinha desobediente.

Excerto
Bichinho de conta
conta…
E o bichinho de conta
contou
que um dia
se enrolou
e parecia
um berlinde pequenino
de tal maneira
que um menino
de brincadeira
com ele jogou…
Bichinho de conta
conta…
E o bichinho de conta
contou.
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terça-feira, 18 de setembro de 2018

O Menino da Caravela

Excerto
- Sabes o que aprendi hoje, na escola, pai? - perguntou certo dia Raffaello, um menino brasileiro do Paraná, ao regressar das aulas.
- Não, mas vou ficar a saber, se tu me contares! ...
- Aprendi que uns aventureiros, chamados portugueses, vieram há muitos anos, pelo mar fora, até chegarem aqui.
- É verdade, sim. Partiram de muito longe, correndo imensos perigos. E tu sabes quem eram os portugueses?
- Não, pai.

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

No Arquipélago das Maravilhas...

Excerto                
Chegaram as férias...
- Estou com vontade de perguntar uma coisa à avó! - dizia e repetia Cristina de oito anos, com ar preocupado, à espera que alguém fizesse conversa com ela.
Joaquim de onze anos, estava à janela, mirou-a de cima a baixo. Reparou na saia de muitas cores, aberta ao lado, que deixava ver umas pernas de atleta. E a blusa amarela que lhe ficava tão bem! E o cabelo castanho, muito liso e brilhante! E os olhos que diziam tudo! Era mesmo engraçada!
Disse de si para si:
- A minha irmã é mesmo boa a correr! Corre mais do que eu...É por ser mais magra... Quando eu emagrecer, vou correr tanto ou mais do que ela!

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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

A Nau Catrineta Que Tem Muito Que Contar

Esta é a aventura da Nau Catrineta contada em verso por António Torrado, numa edição enriquecida com um guião de leitura da pedagoga Maria José Costa que explora os conteúdos e a interpretação do texto.

Excerto
Quem lembra a Nau Catrineta
quem a chora e a lastima,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?
[...]
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PNL - Leitura Orientada na Sala de Aula
 (12 exemplares)

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O Crime do Padre Amaro

O padre Amaro na paróquia do Comilão
«O padre José Miguéis era um glutão. Na paróquia de Leiria até lhe chamavam o comilão dos comilões. Um dia, a seguir a uma lauta ceia, morreu. Quem o foi substituir foi o padre Amaro Vieira, um homem ainda jovem, com um timbre de voz que era um regalo.
O padre Amaro tinha nascido em Lisboa, em casa da marquesa de Alegros, onde os pais eram criados. Enquanto a marquesa era viva, Amaro foi o   ai-Jesus da família.
Mas, num domingo gordo, depois da missa, a marquesa teve um ataque fulminante e caiu morta. Quando isso aconteceu, Amaro, então com 13 anos, e órfão de pais, foi mandado para casa de um tio merceeiro. A marquesa não se esquecera dele no testamento, mas era preciso esperar que completasse 15 anos. Nessa altura iria para o seminário.
No entretanto, era obrigado a trabalhar na mercearia do tio. Levantava-se às cinco da manhã, e o pouco tempo que dispunha mal chegava para se distrair. Trabalhava como um mouro, e ainda tinha de aprender latim.»

... queres saber o que aconteceu ao padre Amaro? Então lê o livro!
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