quinta-feira, 1 de março de 2018

O Agosto que Nunca Esqueci

Ninguém sabia que eu via a minha irmã a despir-se... nem ao velho Padre Miguel (...) fui capaz de contar este segredo. Cristalina como a água fresca das fontes que nascem entre a verdura dos montes, a prosa deste "Agosto"leva-nos para dentro da alma de pessoas que situa bem no tempo e no espaço em quadros rutilantes.
E vemos fluir aos nossos olhos lembranças de vida feita de sofrimentos, ternuras, risos e lágrimas.

Excerto
Enfarpelado com penas vistosas, senhor de bela crista vermelha e de um bico quase tão duro e afiado como uma picareta, bom galador de franganitas amedrontadas e velhas galinhas que, mal o viam aproximar-se, logo se aninhavam e, resignadas, fechavam os olhos, aquele galo era o maior de Vilares.

Para saberes pormenores da história, vem requisitar o livro.
Já se encontra disponível na biblioteca! 

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