quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Meia Hora para Mudar a Minha Vida

Durante muito tempo pensei que me chamava Branca-a-Brava.
Assim exatamente.
Não apenas Branca.
Nem sequer Branquinha, como seria normal, diante de um bebé. Ainda por cima um bebé tão pequeno como eu, nascido de tempo.
Nada disso.
Branca-a-Brava.
Como se as duas palavras fossem uma só. Brancàbrava.
Branca-a-Brava - porque esse era o nome da minha mãe na noite em que eu decidi aparecer.
E ela estava sempre a dizer que, no fim de tudo, tinha ficado tão tonta, tão fraca, tão a tremer, tão cheia de dores que nem tinha tido cabeça para escolher outro nome.

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