segunda-feira, 31 de março de 2014

Os Sete e os seus Rivais

Algo de misterioso se passa no Solar dos Cactos que deixa o Clube dos Sete muito intrigado. O Pedro pensa que não passa tudo de brincadeira, mas o Jaime não tem tanta certeza quando ouve um estranho diálogo. Parece que os Sete estão no trilho de outra excitante aventura...

Excerto
«O carlos chegou à conclusão de que ia ser praticado um roubo numa noite escura e com nevoeiro e que a mercadoria seria descarregada algures de um atrelado. Não percebia porque que ia ser transferida para um camião. Todos os rapazes pensaram exactamente o mesmo, mas, como disse o Pedro, não ajudou muito porque não sabiam em que data ou local se iria dar aquele acontecimento.»

Este é o 5.º volume da coleção Os Sete na série Mistério e Aventura!
Queres saber qual é o mistério que se passa no Solar dos Cactos? Então lê o livro.
Já está disponível na Biblioteca!

sexta-feira, 28 de março de 2014

A Luta pelas Colónias

Corria o ano de 1958. E, como pudeste ler no volume anterior desta colecção, o “General Sem Medo” Humberto Delgado tinha pregado um grande susto ao ditador Salazar nas eleições presidenciais, mas, felizmente para o Presidente do Conselho, foi o seu candidato, o Almirante Américo Tomás, quem ganhou essas eleições.
A partir daí, Humberto delgado encabeçou todas as tentativas de derrube da ditadura, o que fez com que fosse perseguido pela P.I.D.E. (Polícia Internacional de Defesa do Estado) e, depois, obrigado a exilar-se no Brasil.

Queres saber mais sobre a história de Portugal?
 Então este livro é para ti! Já está disponível na Biblioteca!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Chamo-me... Saint-Exupéry

«Saint-Exupéry. Provavelmente o meu nome não vos diz nada. No entanto, de certeza que muitos conhecem a minha obra mais famosa: O Principezinho. Se não conhecem, peçam depressa a um adulto porque lhes recorda a criança que já foram.»

No final, o livro inclui um quadro cronológico com os principais acontecimentos da sua vida por décadas e, paralelamente, os principais acontecimentos da História, da Ciência/ Tecnologia e das Artes/Cultura.

Lê o livro para ficares a conhecer melhor a vida desta personalidade! 
O livro já está disponível na biblioteca!

quarta-feira, 26 de março de 2014

O Feiticeiro de Oz

«Enquanto caminhava, surpreendia-se com a beleza da região que a circundava.»
Frank Baum

Quando um ciclone atinge o Kansas, Dorothy e o seu cãozinho Toto são transportados até à mágica Terra de Oz, onde animais selvagens falam, sapatos prateados têm poderes mágicos e as bondosas bruxas oferecem protecção em troca de um beijo. 
Dorothy acaba por se tornar também inimiga da Bruxa Malvada do Oeste. Com os seus novos amigos, o Espantalho, o Lenhador de Lata e o Leão Cobarde, depara-se com inúmeros perigos no caminho para a Cidade das Esmeraldas, onde terá de se encontrar com o Feiticeiro de Oz para que conceda a cada um aquilo que mais deseja.

Excerto
«- Sê bem-vinda à terra dos Munchkins, nobre feiticeira. Estamos-te muito gratos por teres morto a Bruxa Má do Leste e libertado o nosso povo da servidão.
Dorothy escutou o discurso com assombro. O que queria a mulherzinha dizer com aquilo de lhe chamar feiticeira e de ela ter morto a Bruxa Má do Leste?
Dorothy era uma criança inocente e inofensiva que fora levada por um ciclone para muito longe da sua terra, e nunca na sua vida tinha morto ninguém!»

Este é o 6.º volume da coleção Geração Público.
Já está disponível na Biblioteca!

terça-feira, 25 de março de 2014

Leonardo da Vinci

«Leonardo da Vinci, pintor ou inventor?»

Um dos maiores génios de todos os tempos: Leonardo da Vinci. Era um homem muito à frente no seu tempo e, por isso, muitos não compreendiam as suas invenções.
A verdade é que não teve uma vida nada fácil. Vê lá que o seu maior sonho era voar.

Será que conseguiu? Lê e descobre…
Já está disponível na Biblioteca!

segunda-feira, 24 de março de 2014

O Futuro de Portugal

Tinham passado muitos anos desde a fundação do nosso país, no século XII. Durante esse tempo fomos um país que, em alguns momentos, lutou sozinho contra todas as dificuldades. Mas em 1986 tudo mudou: unimo-nos formalmente à Europa e passámos a contar com o apoio permanente de outros países amigos. 
É essa história que a seguir te contamos. A história da União Europeia.

Queres saber mais sobre a história de Portugal?
E a história da União Europeia?
Então este livro é para ti! Já está disponível na Biblioteca!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia Mundial da Poesia

O Dia Mundial da Poesia celebra-se a 21 de março e foi criado na XXX Conferência Geral da UNESCO, a 16 de Novembro de 1999. O propósito deste dia é promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia através do mundo.

Este é o poema que te oferecemos para celebrar o Dia Mundial da Poesia. 
Chama-se Menino Filósofo e o seu autor é João Manuel Ribeiro.

Menino Filósofo, ilustração de João Concha
Menino Filósofo

Encontrei um menino parado
à sombra do ponto de interrogação,
ocupado num pensar demorado
que ia da inteligência ao coração.

A uns pensamentos embalava
em estranho consentimento
com outros lutava e serpenteava
para os casar com o sentimento.

Soltar e despentear as ideias
por uma ordem inversa e variada,
as suas, arrumadinhas, e as alheias,
era trabalheira super animada.

João Manuel Ribeiro,
Verso a Verso. Porto: Trinta Por Uma Linha. 2009. p. 16.

Feliz Dia da Poesia, são os votos da equipa da biblioteca.

A Professora Bibliotecária,
Isabel Santos

quinta-feira, 20 de março de 2014

Bill Gates

Bill Gates, janelas para o futuro!

Talvez por em criança ser muito tímido, ninguém pensasse que viria a ser um conhecido homem de negócios.
Falamos de Bill Gates, o génio que, ainda adolescente, fundou a maior empresa de informática do Mundo - a Microsoft- e transformou o teu Personal Computer naquilo que hoje é.

Se queres saber mais, então tens mesmo de ler este livro…!
Já está disponível na Biblioteca!

quarta-feira, 19 de março de 2014

Dia do Pai

O Dia do Pai em Portugal é comemorado no dia 19 de março. Celebra-se no dia de São José, santo popular da igreja católica. 
Existem duas histórias sobre a origem do Dia do Pai. A primeira refere o surgimento da comemoração deste dia, nos Estados Unidos da América, em 1909. Sonora Louise Smart, filha de um militar, resolveu criar o Dia dos Pais para expressar a grande admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart. Em 1972, Richard Nixon, presidente americano, oficializou o Dia dos Pais, que passou a ser comemorado no terceiro domingo do mês de junho (19 de junho).
A segunda aponta para a história, na Babilónia, em 2000 A.C., de um jovem rapaz de nome Elmesu, que escreveu numa placa de argila uma mensagem para o seu pai, desejando-lhe saúde, felicidade e muitos anos de vida.

Para todos os pais fica esta pequena lembrança... um poema da autoria de
Florbela Espanca.

Ter um Pai! É ter na vida
Uma luz por entre escolhos;
É ter dois olhos no mundo
Que vêem pelos nossos olhos!

Ter um Pai! Um coração
Que apenas amor encerra,
É ver Deus, no mundo vil,
É ter os céus cá na terra!

Ter um Pai! Nunca se perde
Aquela santa afeição,
Sempre a mesma, quer o filho
"Pai e Filho em Skagen", de Michael Ancher
Pintor dinamarquês (1849-1927)
Seja um santo ou um ladrão;

Talvez maior, sendo infame
O filho que é desprezado
Pelo mundo; pois um Pai
Perdoa ao mais desgraçado!

Ter um Pai! Um santo orgulho
Pró coração que lhe quer
Um orgulho que não cabe
Num coração de mulher!

Embora ele seja imenso
Vogando pelo ideal,
O coração que me deste
Ó Pai bondoso é leal!

Ter um Pai! Doce poema
Dum sonho bendito e santo
Nestas letras pequeninas,
Astros dum céu todo encanto!

Ter um Pai! Os órfãozinhos
Não conhecem este amor!
Por mo fazer conhecer,
Bendito seja o Senhor!

Florbela Espanca,
Verso a Verso. Porto: Trinta Por Uma Linha. 2009. p. 16.

Feliz Dia do Pai,
são os votos da equipa da biblioteca. 

A Professora Bibliotecária,
Isabel Santos

terça-feira, 18 de março de 2014

O Fim da Monarquia

Estava tudo preparado! Henrique Lopes Mendonça já tinha escrito o poema e Alfredo Keil havia terminado a composição da música d’A Portuguesa.

“Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela terra lutar
Contra os canhões marchar,
Marchar!”

Quase ao mesmo tempo, o Partido Republicano Português organizava uma manifestação em Lisboa. Estávamos em 1890.

Queres saber mais sobre a história de Portugal? Então este livro é para ti! 
Já está disponível na Biblioteca!

segunda-feira, 17 de março de 2014

Anos de Ditadura - Salazar

Já sabemos que a 5 de Outubro de 1910 “morreu” oficialmente a Monarquia. Nesse mesmo dia, Teófilo Braga assumiu a chefia do primeiro governo provisório, mas em agosto do ano seguinte foi eleito o primeiro Presidente da República, Manuel de Arriaga, que governou sob um novo texto da Constituição e sob a nova bandeira republicana vermelha e verde, que substituiu a bandeira azul e branca do tempo da Monarquia.
Porém, a situação não melhorou tanto como se esperava e a instabilidade continuou. De tal forma que, em dezasseis anos, Portugal teve oito presidentes da República e mais de quarenta governos, sendo que grande parte dos presidentes não cumpriu os quatro anos de mandato.
Não admira que a população estivesse descontente! Alguns deixaram mesmo de acreditar na República, o que fez com que a 28 de maio de 1926, em Braga, um grupo de militares chefiado pelo Manuel Gomes da Costa tenha organizado um golpe que pôs fim à 1.ª República.

Queres saber mais sobre a história de Portugal? 
Então este livro é para ti! Já está disponível na Biblioteca!

sexta-feira, 14 de março de 2014

O Corsário Negro

«Acompanha-nos o Corsário Negro? Então não tenho receio. Esse homem diabólico vale por cem corsários!»
Emilio Salgari

Quem ousaria enfrentar o duque de Wan Guld, o governador de Maracaíbo, uma das cidades mais importantes do golfo do México? Resposta: apenas o Corsário Negro, o famoso pirata da Ilha das Tartarugas, que jurou vingança pela morte dos seus dois irmãos, os corsários Verde e Vermelho.

Excerto
«- Homens do mar! - clamou. - Escutai!... Eu juro por Deus, sobre estas ondas que nos são fiéis companheiras, pela minha alma, que nenhum bem sentirei na terra enquanto não tiver vingado os meus irmãos assassinados por Wan Guld. Que os raios  arrasem o meu navio; que as ondas me engulam convosco, que os dois corsários que estão sepultados nestas águas, nos abismos do grande golfo, me amaldiçoem; que a minha alma seja eternamente maldita, se eu matar Wan Guld e não exterminar toda a minha família como ele destruiu a minha!... - Homens do mar!... Ouviste-me?»

Queres saber se o Corsário Negro consegue vinga-se de Wan Guld? Lê o livro!

Este é o 17.º volume da coleção Geração Público. 
Já está disponível na Biblioteca!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Tollins - Histórias Explosivas para Crianças

Este é o primeiro livro sobre os Tollins. Sim, eles têm asas; mas não, não são fadas. Os Tollins são muito menos frágeis do que as fadas. Os Tollins são pequenas criaturas, fortes como tijolos, que os humanos só conseguem ver usando uns óculos especiais.

Neste primeiro livro, uma fábrica de fogo-de-artifício chega à aldeia e os Tollins são usados pelos humanos para fazer foguetes. O Tollin Faísca terá de salvar o seu povo deste terrível destino.
Todos juntos, os nossos pequenos amigos terão de defender a sua aldeia com unhas e dentes. Ou só com dentes, se roerem as unhas.

Já está disponível na Biblioteca! Vê a apresentação do booktrailer!


Booktrailer

quarta-feira, 12 de março de 2014

A História de um Rapaz Mau

Em 1869, Thomas Bailey Aldrich apresentou à literatura americana o «rapaz mau» - aquele que prega partidas inofensivas, engendra aventuras emocionantes, sofre as penas de um amor não correspondido, que se aborrece aos domingos e de quem a maior parte das pessoas gosta muito.
A História de um rapaz Mau é um clássico da literatura americana do século XIX, Através desta obra, é possível redescobrir a imagem de uma América intemporal, conservadora, mas tolerante, em que as pequenas cidades rústicas vão sendo progressivamente suplantadas pelas grandes metrópoles, como Boston e Nova Iorque, e onde se assiste, consecutivamente, a uma poderosa mudança de valores e atitudes sociais.

Este é o romance que inspirou As Aventuras de Tom SawyerJá está disponível na Biblioteca!

terça-feira, 11 de março de 2014

As Aventuras de Tom Sawyer

«Tom era cada vez mais um herói resplandecente - o menino querido dos velhos, a inveja dos jovens.»
Mark Twain

Tom Sawyer, rebelde mas de bom coração, é o pesadelo da sua tia Polly, com quem vive. Acompanhado pelo amigo Huckleberry Finn, um rapazinho abandonado que vive nos matos, Tom vive aventuras incríveis que nos fazem sonhar com a liberdade junto da natureza.

Excerto
«Então Huckleberry e Tom, mudos e arregalados, ouviram aquele mentiroso empedernido fazer calmamente o seu depoimento; a cada momento esperavam ver os raios do Senhor descerem do céu claro sobre a cabeça do malvado, e perguntavam para consigo mesmos quando seria o momento em que ele seria fulminado. E quando ele acabou e continuou vivo e ileso, o impulso hesitante que tinham sentido de salvar a vida do pobre diabo preso fraquejou e desapareceu, porque era manifesto que aquele herege tinha vendido a alma ao Diabo e seria fatal meterem-se com uma criatura que era pertença de uma personagem tão poderosa.»

Este é o 12.º volume da coleção Geração Público.
Já está disponível na Biblioteca!

segunda-feira, 10 de março de 2014

Moby Dick

«Em mais de um caso, o cachalote foi visto a perseguir os barcos atacantes que regressavam aos seus navios.»
Herman Melville

Ismael quer voltar ao mar. É uma forma de fugir ao suicídio "com um gesto filosófico", diz. Mas não num navio qualquer. Quer partir para a pesca da baleia. Há vários motivos, mas um dos primeiros, explica, "foi a prodigiosa imagem da própria baleia; esse monstro, tão portentoso e enigmático, despertava a minha curiosidade".

Excerto
«Tudo quanto endoidece e tormenta; tudo quanto agita o fundo opaco das coisas; tudo quanto destrói os nervos e corrói o cérebro, tudo o que existe de demoníaco na vida e nos pensamentos; toda a maldade para o louco Ahab era visivelmente e identificada no Moby Dick.»

Este é o 5.º volume da coleção Geração Público.
Já está disponível na Biblioteca!

sexta-feira, 7 de março de 2014

Mulherzinhas

«Enquanto a neve de Dezembro caía com suavidade lá fora, dentro de casa o lume crepitava alegremente.»
Louisa May Alcoot

Meg, Jo, Beth e Amy discutem a melhor forma de fazer caracóis com papelotes, mas também a independência da mulher americana.

“Margarida, a mais velha das quatro irmãs, tinha dezasseis anos. Era uma linda rapariga...”; “Jo, de quinze anos, era muito alta, magra e morena e lembrava um poldro”; Beth “era uma rapariguinha de treze anos, acanhada”; e “Amy, embora fosse a mais nova, era a pessoa mais importante da família, pelo menos no seu conceito”.

Excerto
«Elas voltavam-se sempre para trás quando chegavam à esquina, porque a mãe mantinha-se invariavelmente à janela sorrindo-lhes e acenando com a cabeça e a mão. Parecia-lhes impossível poderem vencer o dia sem aquela despedida materna, porque  fosse qual fosse o seu estado de espírito, a última visão do rosto querido era para elas um verdadeiro raio de sol.»

Este é o 27.º volume da coleção Geração Público.
Já está disponível na Biblioteca!


quinta-feira, 6 de março de 2014

A Ilha do Tesouro

«Todos nós recebemos um avultado quinhão do tesouro, que usámos, uns sabiamente outros com insensatez.»
Robert L. Stevenson

Um mapa cheio de indicações misteriosas, descoberto por acaso no baú de um velho lobo-do-mar fulminado por uma apoplexia. Uma ilha distante onde o pirata mais sanguinário que jamais cruzou os mares enterrou um fabuloso tesouro, depois de ter morto todos os seus companheiros. Um esqueleto que aponta a direcção. Um pirata só com uma perna e um papagaio empoleirado no ombro.

Excerto
«Recordando-o como se fosse ontem, (...) as mãos ásperas e cheias de cicatrizes, com as unhas negras e partidas e a marca de um corte de sabre num dos lados do rosto sujo e lívido. Lembrando-me dele e a olhar em redor da coberta enquanto assobiava para si, desatando em seguida a cantar aquela velha canção de marinheiro que lhe ouviríamos depois de tantas vezes: - Quinze homens no baú morto - Iô-ho-ho, e uma garrafa de rum!»

Este é o 3.º volume da coleção Geração Público.
Já está disponível na Biblioteca!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Brasil! Brasil!

Se te interessas por assuntos como o racismo, a escravatura, as relações entre pais e filhos, os namoros, os amores impossíveis, as diferentes maneiras de encarar a vida, e tens vontade de viajar no espaço e no tempo ao encontro de outras realidades... então, vais gostar deste livro.

Excerto
Nenhum deles se apercebeu de que uma onça trepara silenciosamente pelo tronco de uma árvore que estendia os ramos por cima do acampamento e estava à espreita... 
De súbito um miado selvagem cortou os ares... Os cavalos empinaram-se relinchando, os cães agitaram-se ladrando furiosamente, os homens levantaram-se em busca de armas, mas era tarde de mais! A onça alongou o corpo e lançou-se rugindo sobre Paulino.

Este é o 10.º volume da coleção Viagens no Tempo!
Já disponível na Biblioteca!

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval

"Arlecchino gran Signore", 
de Giovanni Domenico Ferretti
No Carnaval nada parece mal...
(Ditado Popular)

Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval. A palavra pode ter duas origens distintas. A primeira originária do vocábulo latino “Carrum Navalis”, que designa os carros navais que faziam a abertura das festas Dionísias nos séculos VII a.C. e VI a.C., onde os gregos realizavam os seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pelas boas colheitas. A segunda de origem cristã, surge, provavelmente, quando Gregório I em 590 d.C. transferiu o início da Quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo que antecede a Páscoa. Ao domingo anterior deu o nome de “carne levamen”, que se traduz por “tirar a carne”, mas também pode significar igualmente “carnis levamen”, isto é, o "prazer da carne". Durante este período realizavam-se grandes festas, onde se comia, bebia e se participava em alegres celebrações na busca constante dos prazeres. Assim, a terça-feira de Carnaval seria o último dia em que era permitido comer carne, pois, de seguida, viriam os 40 dias de jejum até à Quaresma.

É tempo de folia! Boa diversãosão os votos da equipa da biblioteca.

A Professora Bibliotecária,
Isabel Santos

segunda-feira, 3 de março de 2014

As Aventuras de Huckleberry Finn

«- Oh, não Jim! Eu juro por tudo que não conto nada a ninguém!»
Mark Twain

Ao esconder-se do seu pai bêbado e tirânico, Huck Finn consegue fugir par a ilha Jackson onde encontra Jim, um escravo em fuga. Juntos partem numa jangada pelo Mississípi abaixo, numa ousada aposta em busca da liberdade da chamada «civilização».

Excerto
«A partir de agora vamos construir este bando de salteadores a que chamaremos o Bando de Tom Sawyer. Todos os que nele quiserem entrar têm de prestar juramento e assinar o seu nome com sangue. Todos concordaram.»

Este é o 21.º volume da coleção Geração Público.
Já está disponível na Biblioteca!