segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Séc. XVI – Que grande Epopeia!

«Foram tantas as proezas dos portugueses que Luís de Camões se sentiu muito orgulhoso e decidiu escrever Os Lusíadas para glorificar o seu povo. Deu um destaque principal à viagem marítima de Vasco da Gama até à Índia, mas partindo daí, ele aproveitou para contar toda a História de Portugal até à sua época. Queria que todos ficassem a saber aquilo que os portugueses tinham conseguido. Por isso, fez esta epopeia!»

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Séc. XII – Nasce uma Nação

«- Há muito, muito tempo atrás, no século XII, o nosso país ainda não existia. Era uma região pequenina que fazia parte da Península Ibérica e o seu rei era D. Afonso VI, que era também rei de Leão e Castela. Um dia, este rei mandou chamar D. Henrique. Como era um excelente guerreiro, D. Afonso VI quis dar-lhe um prémio… entregou-lhe essa região… e ele tinha de a governar…
O Jorge não resistiu:
- Que sortudo, esse D. Henrique!»

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Kandinsky

A obra de Kandinsky, a sua contribuição na procura de uma nova forma de expressão na pintura e mesmo de uma nova concepção da arte, parecem ainda hoje ser bastante enigmáticas, incoerentes e sem pressupostos.
Mas no caso de Kandinsky, como aliás no caso de qualquer artista, podem-se notar os pressupostos biográficos, as experiências mais marcantes da infância e da juventude que, em conjunto com o talento inato, deixam marcas indubitáveis na sua motivação interior e verdadeiro génio criador.

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Séc. XX – Viva a República!

«Ficaram contra o rei. Não lhes agradava que ele obedecesse a outro país. Como viviam com grandes dificuldades e estavam muito descontentes, começaram a manifestar-se contra o rei e o seu regime, a monarquia. 
Quase todos achavam que, em vez de um rei, à frente de um país devia estar um presidente escolhido e eleito pelos portugueses. Estavam cada vez mais virados para um novo regime, a república.»

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Séc. XIX – Um Rei, dois Reinos

«No final do século XVIII, Napoleão era imperador da França e sonhava governar muitos países.
Portugal estava contra esta ideia, mas as tropas francesas aproximavam-se rapidamente do nosso país. Foi por isso que o príncipe D. João, que governava Portugal, decidiu partir para o Brasil, que era uma colónia portuguesa. (…) Foi tanto o tempo que a corte esteve no Brasil que este país deixou de ser apenas uma colónia e, juntamente com Portugal, passou também a ser reino.»

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Séc. XVIII – Lisboa em Ruínas

«No dia 1 de Novembro de 1755, Lisboa acordou com um grande terramoto, o maior da nossa História! Morreram milhares e milhares de pessoas e a capital ficou totalmente destruída (…).
(...)
Foi horrível! Nesse dia era feriado e, de madrugada, todos se preparavam para ir à missa quando tudo aconteceu. A terra começou a tremer e, de início, as pessoas nem se aperceberam bem do que se estava a passar, mas depressa viram que tudo o que havia à sua volta se foi destruindo.»

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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Séc. XVII – Restauração, Enfim!

«As coisas eram muito diferentes do que são hoje em dia. Mas claro que os portugueses não gostavam nada desta situação.
Andavam desanimados e culpavam Espanha por todas as coisas más que aconteciam a Portugal. Estavam fartos, porque há 60 anos que os reis espanhóis governavam o país, e começaram a mostrar vontade de mudar, queriam novamente a independência.»

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Paul Cézanne

«Paul Cézanne nasceu a 19 de Janeiro de 1839 em Aix-en-Provence.  O pintor distinguir-se-á sempre pela sua recusa em aceitar os compromissos artísticos e sociais, e isto quaisquer que eles sejam - um traço de carácter que, muito frequentemente, o fará passar por um original aos olhos dos seus contemporâneos.
(...)
 Com os sentidos constantemente despertos, ele procura ver o que o rodeia com os olhos do pintor, estudar os efeitos da sombra e da luz sobre os objectos, penetrar as relações entre as formas e as cores.
Morreu em 1906.»

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Leonardo Da Vinci

«Da Vinci nasceu em 15 de Abril de 1452, perto da cidade italiana de Empoli. É provável que os seus sinais precoces de capacidade intelectual e de talento artístico tenham sido a razão pela qual foi enviado para ser aprendiz do pintor e escultor florentino Andreia del Verrocchio. Os seus primeiros biógrafos fazem referência constante à facilidade espantosa do artista na arte do desenho.
Nenhum outro artista desta geração deixou uma riqueza de obras gráficas tão extensa e autêntica.»

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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Dalí

«Se tivesse nascido na época do renascimento, o seu génio teria sido o mais admissível, até normal. Mas na sua época, que ele acha «cretinizante», é uma provocação permanente. Se hoje é reconhecido como um dos maiores da arte moderna, ao lado de Picasso, de Matisse, ou de Duchamp, se o grande público, seduzido, o reconheceu, compreendemos, muitas vezes, mal a sua provocação que a cada momento ele derrama e temos ainda tendência para gritar«é louco».»

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Munch

«Aqueles que vão a Oslo e procuram  a obra de Edvard Munch acabarão por descobrir que uma das mais nítidas impressões que podem colher dos trabalhos deste artista norueguês é a de um quadro pintado em 1895, provavelmente em Berlim, e que se encontra actualmente exposto na sala central da galeria superior na Nasjonalgalleriet de Oslo. O quadro em questão é o Auto-Retrato com Cigarro Aceso

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Rubens

« Nas suas composições, a vitalidade vegetal altera a moldura estabelecida pela inteligência. O esqueleto intelectual enverga vestes de carne, drapegio e nuvens de tempestade. Mas não devemos ir demasiado longe colocando o rótulo de classicismo. A certa altura somos forçados a reverter à opinião comum e reconhecer Rubens como um grande artista do Barroco e, nos seus grandes momentos, um pintor visionário. Ele combinou, assimilou, desenvolveu e ampliou as diversas heranças de Caravaggio, MIguel Ângelo, Titoretto, El Greco e Veronese e adicionou-lhes o seu próprio génio. »

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Magritte

«Magritte nasceu na parte sul do país, tendo passado a infância e juventude em Charleroi, uma cidade industrial onde a vida era muito dura. Ao longo de toda a sua vida, o homem calmo e aparentemente tímido iria manter opiniões políticas de inclinação esquerdista.»

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Grosz

«George Grosz é o exemplo perfeito do artista cuja vida está ligada inseparavelmente aos acontecimentos históricos, sociais e políticos do seu tempo e que reagiu a eles.
Grosz nasceu a 26 de Julho de 1893, em Berlim, tês anos depois de o Kaiser Guilherme II ter afastado o chanceler Bismarck. Criado no seio do império, Grosz ofereceu-se como voluntário quando estalou a guerra, em 1914, mas, em 1915, foi dispensado e dado como incapaz para o serviço militar; em 1917, foi de novo chamado, mas voltou a ser dispensado, desta vez para sempre.»
 
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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Renoir

«O pintor nascido a 25 de Fevereiro de 1841, filho de um alfaiate de Limoges, concluiu provavelmente cerca de seis mil obras nos seus quase sessenta anos de actividade - a mais avultada obra da vida de um artista antes de Picasso.
(...)
A sua obra de maior impacto é Le Moulin de la Galette, em que conseguiu elaborar uma atmosfera de vivacidade e alegria à sombra refrescante de algumas árvores, aqui e ali intensamente azuis. Percebendo que o traço firme e a riqueza de colorido eram coisas incompatíveis, Renoir concentrou-se em combinar o que tinha aprendido sobre cor, durante seu período impressionista, com métodos tradicionais de aplicação da tinta.»

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Velázquez

«Seria preciso esperar pelo século XIX, época em que a pintura se libertaria dos motivos literários e começaria a lembrar-se das sua possibilidades específicas, para Velázquez ser reconhecido como um artista percursor da sensibilidade moderna. Édouard Manet (1832-1883) chamava-lhe o «pintor dos pintores», portanto um pintor para quem o olhar contava mais do que a razão analítica, e dizia ao admirar o fundo outrora cinzento-matizado do Retrato do bobo Pablo de Valladolid, que era possivelmente o mais espantoso bocado de pintura executado.»

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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Rembrandt

«Hoje em dia, explora-se grandemente as circunstâncias que rodeiam a vida e obra de Rembrandt que, por tanto tempo, estiveram cercadas de lendas. As condições em que nasceram os quadros, os seus comanditários e modelos já sabemos quais são, relacionou-se os seus temas com a arte da época, reconstituiu-se a sua técnica. E, sobretudo, as obras saídas da  mão do artista foram arredadas do número impressionante de quadros que, por esta ou por aquela razão, lhe foram atribuídos até um período muito recente.»

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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Haring

«Keith Haring morreu de SIDA, aos trinta e um anos, às primeiras horas da manhã de 16 de Fevereiro de 1990. Deixou ficar uma muito vasta obra de desenhos e pinturas, murais e esculturas, bem como inúmeras T-shirts e cartazes: um legado extenso, produzido ao longo de dez anos de criatividade por um artista que não deixou obra « dos últimos tempos ». Apesar da sua juventude, na hora da sua morte Haring já era um artista consagrado, reconhecido aos olhos dos outros artistas, aceite pela crítica e amado pelas crianças.»

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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

De Chirico

« E o que hei-de amar senão o enigma?, escreveu Giorgio de Chirico em latim por baixo do seu primeiro auto-retrato de 1911. O pintor retrata-se de perfil, a cabeça descansando na mão esquerda, na pose clássica do melancólico. O olho, embora aberto, não tem a pupila reconhecível. O plano de fundo é constituído por um céu sem nuvens de um verde-frio e onde não corre uma brisa. O auto-retrato surgiu na fase da Pittura Metafísica - «Pintura Metafísica», que tornaria De Chirico famoso.»

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Manet

«Manet aprendeu com amarga experiência que o fardo do pintor é pesado. Foi uma experiência paradoxal. Ele não era um revolucionário; herdeiro da burguesia, era visto entre os estudantes de arte, sem dinheiro e de má reputação, como rico e bem-nascido. Homem sociável, com a elegância de um janota e o snobismo de pessoa da sociedade, era, além disso, um admirador da tradição, cheio de respeito pelo passado. Nada mais queria do que ser amado tanto pelo público como pela crítica.»

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Monet

«Monet aprendeu com Boudin que pintar à vista dá à tela uma força, uma vitalidade que é impossível obter em atelier. O pintor que trabalha no seu atelier é sempre tentado a recorrer a convenções, ao seu próprio maneirismo, enquanto na natureza é impelido a reagir à atmosfera e à luz incessantemente mutáveis. [...] Monet é um desses pioneiros que assim fizeram da natureza o seu atelier.»

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