sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Violino

As Origens do Violino...
Tendo sido concebido para imitar a voz humana, o violino foi desenvolvido numa época em que se empreendiam muitas experiências na construção de instrumentos musicais.
A sua criação, na última década do século XV, resultou do designado consort, isto é, um conjunto de instrumentos similares fabricados com diferentes dimensões para acomodar todas as notas de uma peça de música, capaz de proporcionar um som homogéneo.
E desse consort emergiria a moderna família do violino, tal como a conhecemos atualmente, constando de violino, viola de arco (ou violeta) e violoncelo.
Inicialmente o violino possuía três cordas, conforme se pode observar nas pinturas italianas do princípio de Quinhentos. Mais tarde, acrescentou-se uma quarta corda, tendo a forma "clássica"do violino ficado estabelecida em meados do século XVI.

Queres saber mais sobre a história deste magnífico instrumento musical?
Então, vem requisitar o livro.
Já está disponível na Biblioteca!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Quem Foi o Capitão Slocum?

Retrato do Capitão Joshua Slocum, 1989
O capitão Joshua Slocum foi um capitão de navios mercantes, nascido na Nova Escócia, mas que mais tarde foi para os Estados Unidos. Foi o primeiro homem a navegar sozinho em redor do mundo. Um seu amigo ofereceu-lhe um velho barco à vela, uma corveta chamada Spray, que estava a apodrecer no porto. Slocum reconstruiu-a transformando-a numa bela embarcação com mais de 10 metros de comprimento e 4 metros de largura máxima. Em Abril de 1895, fez-se à vela e regressou a Newport, Rhode Island, nos Estados Unidos, em Junho de 1898, tendo navegado mais de 46 000 milhas em três anos, dois meses e dois dias.
Em 1909, o capitão Slocum largou para o rio Orinoco. Nunca mais foi visto, porém, as suas experiências e viagens estão registadas no seu livro Sailing Alone Around The World (Navegando Sozinho à Volta do Mundo).

Beal, George. (1977). Primeiras perguntas sobre os barcos. (1.ª ed.). Lisboa: Formar.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Mimi e Ludovico

Sensibilizar a criança na defesa do património natural não é obra meramente pedagógica. Organismos internacionais dedicados à preservação e defesa do ambiente apelam aos que mais fundo sabem falar à alma das crianças - os escritores - no sentido de as despertar para a última e decisiva tarefa do nosso século: salvar a Natureza.

Excerto
Muito se diz enquanto o elevador sobe e desce
Em casa da Cláudia tudo correu bem. O pai aceitou o Ludovico, a mãe adorou o Ludovico e a Mimi resignou-se a ser trocada pelo Ludovico. Manter Ludovico limpo e alimentado era promessa solene da Cláudia.
A notícia correu rápida, elevador acima, elevador abaixo...

Este é o 9.º volume da coleção Terra Verde

Estás curioso? Queres saber o que aconteceu? Então vem requisitar o livro.
Já está disponível na Biblioteca!

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Quem Inventou os Submarinos?

Submarino de Bushnell, 1776
O primeiro barco submarino - um barco a remos coberto de cabedal e tripulado por doze remadores - foi inventado em 1620 por um holandês chamado Cornelius Drebbell. Os remos eram acionados através de aberturas estanques fechadas por mangas de cabedal. Uma provisão especial de oxigénio mantinha o ar fresco, permitindo que o submarino se mantivesse submerso cerca de quinze horas.
Um outro submarino foi inventado por um americano chamado David Bushnell em 1775. Este era acionado por um homem que fazia rodar manualmente um veio de hélice e foi usado no porto de Nova Iorque durante a Guerra da Independência num fracassado ataque a um navio britânico.
Em 1880, Robert Fulton construiu um submarino chamado Nautilus, que foi experimentado em França. Um submarino a vapor, de nome David, foi usado em Charleston Harbour pelos Confederados durante a Guerra Civil americana, porém viria a afundar-se com a tripulação.

Tridente, Submarino Português
Entre os inventores de submarinos do moderno tipo contam-se os engenheiros franceses Goubet (1885) e Gustave Zédé (1888), o sueco Nordenfeldt e o americano J. P. Holland cujos projetos foram adotados na Grã-Bretanha.

Beal, George. (1977). Primeiras perguntas sobre os barcos. (1.ª ed.). Lisboa: Formar.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

A Pequena Dorrit

O mundo de Amy Dorrit era a prisão dos devedores de Marshalsea, em Londres, onde ela nasceu e cresceu. Filha de William Dorrit, um cavalheiro culto que estava preso por dívidas havia anos, a humilde e dedicada jovem vê a sua história mudar quando começa a trabalhar como costureira para uma excêntrica dama de Londres. Mrs. Clennan, mãe de Arthur Clennan, um cavalheiro generoso e inconformado com as injustiças sociais. Mas a sua vida dá uma reviravolta, quando Arthur fica desconfiado da súbita bondade e condescendência da sua severa mãe para com a tímida rapariga, uma vez que Mrs. Clennan não era dotada de tais sentimentos. Assim, começa a investigar. O que está por trás daquela prisão. Como Arthur logo descobre...

Excerto
Regresso à casa materna
Passava-se em Londres, num domingo à tardinha, numa tardinha como todas as outras, lúgubre e deprimente. Só o badalar dos campanários das igrejas agitava os edifícios de tijolo e as ruas sombrias e desertas. Que espectáculo desanimador para quem, procurando distrair-se, olhasse pela janela! A cidade, ao crepúsculo, parecia morta. Que acabrunhamento para os trabalhadores londrinos que, aprisionados no escuro dos seus cubículos estreitos e doentios, viam terminar em tristeza o seu dia de descanso! Foi nesse momento...

Este é o 22.º volume da coleção Azul.

Queres saber o que aconteceu? Então, vem requisitar o livro.
Já está disponível na Biblioteca!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Alice no País das Maravilhas

«Começaram a correr quando quiseram e pararam quando lhes apeteceu, por isso não foi fácil saber quando a corrida acabou...»
Lewis Carroll

Quando Alice persegue um coelho branco pela toca, ela descobre um extraordinário mundo novo onde tudo funciona de maneira muito diferente. Há estranhas poções que fazem encolher as pessoas - ou torná-las gigantes; há festas de chá muito, muito peculiares; jardineiros que pintam as rosas; e um gato que desaparece, deixando para trás o seu sorriso. Alice encontra um sem-número de personagens excêntricas, incluindo o Chapeleiro, a Lebre de Março, o Arganaz, e, é claro, a Duquesa que joga croquete. Assim que Alice aprende as regras de cada louca situação, elas parecem mudar novamente. Como pode ela voltar de novo para o seu mundo? E alcançará ela alguma vez o Coelho Branco?
Esta louca extravagância de Lewis Carroll é puro entretenimento do princípio ao fim.

Excerto
Alice pegou no leque e nas luvas, e, como estava muito calor na sala, começou a abanar-se enquanto falava. «Oh, meu Deus! Que extraordinário é tudo, hoje! E ainda ontem todas as coisas corriam tal e qual como de costume. Sempre gostava de saber se mudei durante a noite. Deixa-me ver...

Este é o 23.º volume da coleção Geração Público.
Já está disponível na Biblioteca!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Onde Apareceram os Primeiros Caminhos de Ferro?

Locomotiva Rocket, de George Stephenson

Os sulcos abertos pelo uso nas estradas pavimentadas foram utilizadas nos tempos antigos um pouco como se usam hoje os caminhos de ferro, e os utilizados pelos romanos tinham uma bitola muito aproximada à dos caminhos de ferro atuais. Os vagões, ao correrem sobre trilhos de madeira, puxados por cavalos como aconteceu em Inglaterra desde cerca do século XV, podiam transportar grandes cargas sobre carris de madeira então em uso. A maior parte destes comboios puxados por cavalos era usada nas minas, e quando apareceram as primeiras locomotivas a vapor, também estas foram usadas nas minas de carvão. Até ao momento de George Stephenson ter construído a sua locomotiva «Rocket» («Foguete») em 1829, quase todas as locomotivas a vapor eram utilizadas em linhas instaladas nas minas.

Beal, George. (1977). Primeiras perguntas sobre os comboios. (1.ª ed.). Lisboa: Formar.